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Sectech engrossa a segurança eletrônica

By outubro 30, 2019 novembro 6th, 2019 No Comments

Startup sueca desembarca no Brasil com aplicativo para melhorar a gestão de crises em situações de emergência.LILIANA LAVORATTI •
Publicado em 19/08/19 às 05:00Com o avanço da violência no Brasil e a falta de recursos para os aparatos públicos de segurança, vender segurança privada se tornou um grande negócio. Somente o segmento eletrônico, por exemplo, o mercado estimado para este ano é de R$ 6,5 bilhões. O crescimento vai na contramão da crise: 10% em 2019, acima dos 18% alcançados em 2018, segundo a Associação Brasileira de Empresas de Segurança Eletrônica (Abese), que reúne as companhias de vários segmentos (desde o monitoramento de carga, por exemplo, passando pela vigilância de carros até o emprego de equipamentos, de forma integrada e sistematizada.

CoApps lança aplicativo para …
Novo segmento começa a engrossar esse mercado: as sectech, startups de segurança eletrônica. A CoApps, startup sueca de soluções de sectech, desembarca no Brasil com o aplicativo CoSafe, voltado à gestão de crise nos segmentos de negócios e serviços. “Se ocuparmos 1% do mercado brasileiro de segurança eletrônica, isso significa R$ 63 milhões ao ano de faturamento”, calcula o CEO da CoApps, Pupo Neto, tentando demonstrar o potencial desse negócio no Brasil. Ele prepara, para breve,  o lançamento do CoSafe, com foco na comunicação em momentos de emergência.

… comunicação em emergências
Segundo o CEO da empresa, o potencial de mercado da CoApps no Brasil é promissor, principalmente considerando que, além da questão da precária segurança pública, o país é muito populoso. “Se na Suécia, com somente nove milhões de habitantes, o app conquistou muitas empresas privadas e órgãos públicos, como escolas e igrejas, podemos imaginar o espaço que há para este mercado aqui”, afirma Neto, que atuou nos últimos dez anos como head de marketing de empresas multinacionais. A plataforma funciona há cinco anos na Suécia.

Gestão pelo smartphone
“Com todos conectados ao aplicativo através de seus smartphones, qualquer um pode alertar sobre qualquer incidente. A partir da identificação do ocorrido, a plataforma trará mensagens em tempo real para que cada um saiba como agir naqueles minutos críticos que podem ou não escalar uma crise”, explica Neto sobre o funcionamento do app. Segundo ele, o CoSafe poderá ser usado para todo tipo de incidente, desde os causados por crime (assaltos e tiroteios) até enchentes ou incêndios. “As ferramentas do app estancam o escalonamento de uma crise”, afirma.

Reduzir danos de uma crise
Ainda sobre o diferencial do CoSafe em relação aos demais serviços de segurança no mercado, o CEO diz que “o desafio principal  é apresentar uma nova forma de lidar com incidentes que possam gerar crise. Pois uma vez entendida, nossa plataforma se torna indispensável para quem trabalha com gestão de crise, risco ou continuidade do negócio”. “As empresas gastam dinheiro e energia em treinamento em prevenção, depois muito mais na gestão de uma crise. Se não é possível impedir uma crise, conseguimos passar por ela de maneira mais segura”, ressalta.

Link original: https://www.dci.com.br/colunistas/plano-de-voo/sectech-engrossa-a-seguranca-eletronica-1.824504